A cirurgia robótica é uma técnica inovadora e promissora na área da medicina, oferecendo benefícios significativos, como maior precisão, menor invasividade e recuperação mais rápida para os pacientes.
A aplicação de robôs na cirurgia teve início nos anos 1970 desenvolvido pela NASA e pelo exército americano, o objetivo principal era substituir a presença física dos médicos em situações de combate ou durante missões espaciais.
Na sala cirúrgica existem duas estações de trabalho dos cirurgiões, uma delas é o robô, onde ficam os braços robóticos que são acoplados no paciente na mesa cirúrgica e a outra estação é o “console” que é a estação onde o cirurgião controla todos os movimentos do robô.
Na urologia, a cirurgia robótica é amplamente utilizada para procedimentos como prostatectomia (remoção da próstata), nefrectomia parcial ou total (remoção parcial ou completa do rim) e para correção de condições como a ureteropieloplastia (reparo do ureter). Esses procedimentos podem se beneficiar da precisão e visão ampliada oferecidas pelo sistema robótico.
NÃO, o robô não opera de forma autônoma. Ele é controlado por um cirurgião altamente treinado. Todas as ações são realizadas pelo cirurgião, que opera a partir de uma estação remota, controlando os movimentos do robô.
Ou seja, o robô só replica os movimentos que o cirurgião faz no “console”
O custo de uma cirurgia robótica pode variar dependendo de vários fatores, como a complexidade do procedimento, o tipo de equipamento utilizado e o hospital em que o robô se encontra.
Em geral, cirurgias robóticas podem ser mais caras do que procedimentos convencionais devido ao custo do equipamento e treinamento necessário.